Pular para o conteúdo principal

Lista do que pode e não pode - leave or let go

 Na vida, vamos cometer erros. Até quando tentamos o melhor, pode não ser o suficiente. O bom é reconhecer, abraçar os erros, as vergonhas, os medos, e também a lição que aprendemos.

O que nos realmente nos leva p frente é gratidão, prestar atenção nas pequenas coisas, nos gestos, nas alegrias sem preço dos dia a dia.

Sabe o que ajuda muito? Tirar as distrações do dia-a-dia e manter a mente ocupada em tarefas, seja trabalho, seja música, dança, esportes, qq forma de arte. Internet nos consume, que tal abrir um livro? Que tal chamar um amigo ou parceiro para uma caminhada, um café? 

A vida não é dura nem fácil, é os dois. Dizer que abraçar o difícil é bom, é meio estranho, mas aceitar o ruim, e abraçar o tranquilo. Viver o momento é a o real poder. Nada acontece que não agora. Para acabar com a ansiedade, ou a angústia. Passado já foi, futuro a gente não sabe com exatidão, então o hoje é tudo que temos.

Perdoar, por exemplo, diz mais sobre a gente que os outros. O perdão ele liberta a gente, não nos livra da culpa que não é nossa, deixa ir um peso imenso. As vezes, para perdoar, é preciso sim confrontar, mas a partir do momento que vc expõe e deixa ir, mesmo que o outro replique, já foi... vc já falou, já botou p fora, e deixe ir.

Fazer uma lista de coisas que vc pode ou não pode aceitar na sua vida, mantém a gente na prioridade. Coisas que vc ama são prioridades, sejam pessoas, sejam hábitos. Abrace o incerto e se livre de distrações. Vícios, pessoas vazias, validação de fora, merecem estar fora da lista. Começar um diário do que vocês gostaria de alcançar e do que está te segurando, ajuda muito. Deixar de controlar as situações tb ajuda.

Impressionante, como estamos humanos, tendemos a tentar controlar, mas a vdd que não há controle, mas há adaptação. Desapegar ajuda a não temer, não ansiar, não angustiar. Olhos serenos, difícil lição, mas vale a tentativa.

num resumo, mantenha sua energia e deixe ir. O que tiver que ficar, já era seu.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A Grande Invenção

  Vamos chamar de a grande invenção, porque a grande arte já é nome de um livro (e de um filme inclusive), e chamar de o grande fingimento seria muito rude com a minha pessoa.  Digamos que todos os dias, em especial os de semana, eu faço de conta que está tudo bem. E as pessoas acreditam! Impressionante tudo que se vende na internet. Se a foto está bacana, logo, você está feliz. Fato é que tenho vivido meia-vida há meses. Como é isso? Bem, a vida plena que eu tinha, de emprego, viagens, amigos, essa está ainda lá em 2020 e ainda não consegui recuperar, muito por precaução desse vírus  cretino, e mais precaução ainda das pessoas que fingem que ele não está aí. Aí eu crio uma vida baseada no que posso, e não no que queria viver. Até porque para eu viver o que eu quero no momento, tem dependido de terceiros. Não vou abrir aqui o que é, quem sabe sabe, quem não sabe, saberá depois. Mas segunda-feira, ah, aquele gato dos quadrinhos tinha razão, o Garfield, em detestar as segun...

Pó, cinza e nada

Maria Laura conseguia entender porque um viciado ou alcoólatra lutavam tanto para fugir do vício: é mais fácil escapar da realidade quando algo te entorpece. Mas ela não tomava nada, e aí se sentia presa na realidade, e angústia no peito, só via o que realmente somos: pó, cinza e nada. Pó, cinza e nada!  Florbela Espanca, a escritora portuguesa, já tinha escrito isso. Ela se matou! Virgínia Woolf se matou! Sylvia Plath se matou! Clarice fumou tanto que se consumiu. Bukowski fumou e bebeu tanto que se consumiu. Seria a sina de quem escreve, ou até quem raciocina, retiar-se da vida, ou entorpecer-se até o fim? Maria Laura escrevia para desentorpecer. Lia muito antes de dormir para ter tenros sonhos, em que tinha uma vida livre, numa paisagem bonita, com uma companhia agradável. Essa noite mesmo, sonhou que estava na cidade grande, não sabe qual, mas tinha muitos tijolos nas construções. Não estava sozinha, tinha um rapaz alto com ela. Viu ele muito bem até. Era como se estivesse lá. ...

Dia da Lua

  Eu nasci numa Segunda-Feira de lua cheia. Conheço poucas pessoas que nasceram numa Segunda, além de mim. Para ser sincera, acho que ninguém. Em outros idiomas, a Segunda-Feira é o dia da lua, em inglês Monday vem de de "moon-day", e em Espanhol, Lunes, faz referência a "la luna", assim como em Francês também, Lundi como "la lune". Ou até mesmo em Italiano, Lunedi, de luna. Parece que só na minha língua é "diferentona". Idiomas a parte, sempre me identifiquei com esse satélite distante e brilhoso. Se a lua tem fases, como ela eu também, e da mesma forma como ela muda, minha vida muda de uma hora para outra, muitas vezes sem eu mesma desejar. Por ser o primeiro dia útil de trabalho na maioria dos países, algumas pessoas acham a Segunda difícil. O personagem de Jim Davis, o gato Garfield tem uma tirada clássica: "I hate Mondays! (Eu odeio Segunda).  Eu não sou diferente da maioria. Não detesto, não evito, nem tampouco por preguiça, mas energé...